Crítica: A Entidade

Filminho de Terror que indico a todos!

Demorei mas, finalmente, assisti A Entidade. O filme é bastante positivo perto de muitos outros do gênero.

A sinopse é a seguinte: O filme conta a história de Ellison (Ethan Hawke), um escritor de romances policiais que passa por um momento ruim em sua carreira. Afim de tentar escrever mais um best seller e reviver o sucesso literário do passado ele se muda  com sua família para uma casa onde ocorreu o assassinato de uma família inteira, exceto da filha mais nova que encontra-se desaparecida. Mas o que ele não esperava é que coisas sombrias ainda pairam neste lugar.

Apesar da premissa ser muito parecida com diversos outros filmes, garanto que o pano de fundo da história é bastante original.

O que eu mais gosto nos filmes de terror é a forma como mexem com o psicológico. Muitos, hoje em dia já não fazem mais isso, tendo sempre como foco os sustos e isso acaba não assustando ninguém.

Essa foi a diferença que senti assitindo A Entidade, pois o filme lhe prende e deixa tenso durante bastante tempo, mesmo quando a cena não é de efeito. Além de possuir uma trilha sonora realmente boa.

Então fica a dica para o feriadão e final de semana!

Beijos e até a próxima!

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Crítica: Jogos Vorazes

Ontem fui assistir ao tão esperado filme Jogos Vorazes. Confesso que tive medo de me deparar com mais um longa sem comprometimento com a história e principalmente com os detalhes que envolvem o roteiro. Mas, para a minha alegria e a de fãs no mundo todo, a espera deste fenômeno da literatura, não decepcionou nas telonas.

Jogos Vorazes foi escrito pela autora Suzanne Collins e conta a história de uma sociedade distópica em um futuro não muito distante.

No início do longa ficamos sabendo sobre a guerra que ocorreu em Panem, antes conhecida como América do Norte, onde a Capital teve de lutar com os 12 Distritos existentes por seus domínios e controle absoluto de recursos e território.

Após vencer a guerra, a Capital exige todo ano que os demais Distritos entreguem em uma “colheita” pública um jovem e uma jovem de idade entre 12 e 18 anos para participarem dos Jogos Vorazes.

Estes Jogos são transmitidos ao vivo e mostram a disputa entre esses 24 jovens, onde somente um poderá sair vivo.

Katniss Everdeen, interpretada pela atriz Jennifer Lawrence, é a protagonista dessa aventura eletrizante. Ela tem apenas 16 anos e já vê seu destino enrolado nas redes da Capital, quando é levada a participar desse Jogo pela vida.

Lawrence dá um show de interpretação que em alguns momentos sentimos como se não fosse simplesmente um filme e sim, como se os Jogos Vorazes fossem reais, tamanha  intensidade de sentimentos que entrega a personagem.

Diferente do livro, conseguimos enxergar os bastidores dos Jogos, com seus idealizadores se divertindo enquanto criam obstáculos e armadilhas para dar continuidade ao que todos querem ver, morte e sangue.

O conteúdo do longa é opressor, não só pela brutalidade das cenas de crianças se matando, mas por suas duras críticas a sociedade do espetáculo e a forma como o mundo cada vez mais exige distração e consumo. Uma verdadeira banalização da vida humana.

Não vou falar muito mais para não tirar a surpresa de quem ainda não viu. Só digo que vale à pena assistir a esse filme nas telonas. E que além de um roteiro espetacular, toda a interpretação do elenco, apesar de alguns serem muito jovens, foi digna de uma menção honrosa.

Direção: Gary Ross
Roterista: Gary Ross, Suzanne Collins (Autora) e
Billy Ray
Atores prinicpais: Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth, Stanley Tucci, Elizabeth Banks, Woody Harrelson e Wes Bentley.

Que a sorte esteja sempre a seu favor!

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Resenha: Um Dia

Livro Um Dia

 Sinopse: Você pode passar a vida inteira sem perceber que aquilo que procura está bem na sua frente. 15 de Julho de 1988. Emma e Dexter se conhecem na noite da festa de formatura. Amanhã eles seguirão caminhos diferentes. Mas onde estarão nesse mesmo dia um ano depois? E nos anos que se seguirem?

Um dia, é cativante, comovente e notável!

O livro é contado através da mesma data em que Emma e Dexter se conheceram, no dia 15 de Julho, ano após ano desde a formatura em 1988 até o ano de 2007.

Em 1988 Emma e Dexter são jovens e acabaram de sair da faculdade, estão cheios de sonhos e ideias para mudar o mundo, além das incertezas do que o futuro os reserva.

O autor mostra durante toda a narrativa, como está caminhando a vida de cada um com o passar dos anos. Algumas vezes eles se encontram nessa mesma data, e em outras não. Mas, independente disso, nós leitores, estamos sempre presentes participando e desfrutando de sonhos, motivações, decepções, perdas, ganhos, alegrias e tristezas desses dois personagens.

Me peguei diversas vezes sorrindo e chorando durante a leitura. Me senti participando efetivamente dessa história, crescendo junto e envelhecendo junto, como se os anos também tivessem passando para mim, assim como passava para eles.

Um Dia tem tudo para se tornar um clássico moderno, pela sutileza dos detalhes e esplendor da história que possui uma total proximidade com a vida real.

O mais incrível nesse livro é que esta pode ser a história de qualquer pessoa. Não há grandes feitos, nem batalhas e nem magia. A única coisa que encontramos no meio destas páginas é a vida, perfeita e cheia de imperfeições.

Esta é uma das citações mais bonitas que o autor, David Nicholls, colocou em Um Dia:

“Foi um dia memorável, pois operou grandes mudanças em mim. Mas isso se dá com qualquer vida.
Imagine um dia especial na sua vida e pense como teria sido seu percurso sem ele. Faça uma pausa, você que está lendo, e pense na grande corrente de ferro, de ouro, de espinhos ou flores que jamais o teria prendido não fosse o encadeamento do primeiro elo em um dia memorável.” – Grandes Esperanças de Charles Dickens.

O filme inspirado no livro é singelo e lindo! Não podia ser diferente, entretanto como sempre acontece, a obra literária é muito mais rica.

Quando digo rica, me refiro a emoções. Apesar de ter me emocionado muito assistindo ao filme, acho que grande carga disso ocorreu porque eu li o livro.

Muitas das cenas não carregam a emoção devida, porque não estamos “lendo”, ou melhor, vendo os pensamentos dos personagens principais. E isso faz com que não tenhamos noção da magnitude dos problemas enfrentados.

Outra estranheza, enquanto assistia ao filme, foi que tudo me pareceu corrido demais. É óbvio que se o filme mostrasse todos os detalhes do livro, ficaria muito chato de se assistir. Então por esse motivo, mesmo com esses detalhes que eu citei, Um Dia foi perfeito!

Espero que gostem tanto de Um Dia como eu gostei. Indico essa leitura e filme a todos! Mas leiam o livro antes de verem o filme. =)

Livro: Um Dia
Editora: Intrínseca
Autor: David Nicholls
Páginas: 411

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Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1 exalta a magia que esse livro e filme foi para todo os seu fãs e admiradores

 

Eu literalmente cresci junto a obra da autora J.K Rowling e é emocionante presenciar o início de um fim grandioso. Grande em expectativas, grande em essência e grande em singularidade.

Harry Potter as relíquias da Morte – Parte 1 traz de volta a história do “menino que sobreviveu”(Daniel Radcliffe), que junto com seus amigos Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson) saem em busca das Horcruxes – objetos mágicos que consistem em possuir parte da alma do Lord Voldemort (Ralph Fiennes) – buscando destruir todo o mal existente nesses objetos, agora sem a ajuda do ex-diretor Dumbledore, que grande influência teve nos filmes anteriores, muita das vezes como um pai para o jovem Harry. Parte do último livro da saga descreve nessa busca as dificuldades e os desafios que eles enfretaram no decorrer da mesma, sem nenhuma ideia de onde as Horcruxes encontravam-se e como destruí-las e com o filme não foi diferente.

Uma das coisas que são percebidas durante o longa é a enorme evolução dos personagens, de Harry, Rony e Hermione. E não só isso, a evolução da série em si. O que no início era um filme que transmitia aventuras simples, e toda a exuberância da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, agora tornou-se, assim como nos livros, sombrio, caótico e desesperador.

Os três amigos se encontram frágeis e fortes ao mesmo tempo, com muitas dúvidas e poucas certezas, sem o refúgio que Hogwarts foi para eles durante todos os anos anteriores. Neste filme o medo, a solidão, a tristeza, o ciúme, a raiva e a dor estão em conflito no interior dos personagens, trazendo revolta e confusão em busca das respostas que tanto anseiam.

Daniel Radcliffe exibe maturidade nesse longa e isso é visto na forma com que Harry parece carregar um mundo nas costas, nada mais parecido com o pequeno menino que dormia debaixo da escada. Rony se torna deprimido por diversas vezes, confuso e desesperado por sua família e amigos deixando claro o crescimento do ator Rupert Grint dentro da saga. E a atriz Emma Watson que interpreta a jovem Hermione Granger, mostra momentos de fragilidades e cenas realmente tocantes, que destacam o talento e o grande potencial da atriz.

Muitas são as referências dos filmes anteriores, o que se torna necessário, mas o mais importante foi não utilizarem do recurso de recontar a história dos personagens, ou seja, fazendo soar naturalmente no desenrolar da mesma.

Infelizmente a obra cinematográfica não é perfeita aos olhos do leitor, alguns detalhes foram deixados de fora, e outros ficaram sem explicação, como por exemplo como Harry conseguiu o Espelho de Dois Sentidos, que não foi mostrado em nenhum dos filmes anteriores. Mas apesar de alguns deslizes tenho que confessar que a emoção de assitir tomar vida o que antes era só imaginação foi como assistir pela primeira vez no cinema Harry Potter, lá em A Pedra Filosofal.

As cenas das batalhas são tensas e cheias de adrenalinas. O explendor cinematográfico que é Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1 é único. O filme nos deu uma prévia do desenrrolar com um final realmente épico dessa saga que conquistou milhões de fãs no mundo inteiro e que fará rolar lágrimas de alegrias e tristezas dentro das salas de cinema, ambas pelo mesmo motivo, o término do que foi uma aventura durante 9 anos nos cinemas e mais de 13 anos nas livrarias.

Eu como fã só tenho uma coisa a dizer: Harry Potter nunca acabará realmente e que venha a Parte 2. =)

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Eu indico: Tá Chovendo Hamburguer é visualmente impactante e muito criativo

A animação feita pelo estúdio Sony Pictures Animation é eletrizante, divertida e totalmente extravagante em suas cores, o que transmite muito bem a ideia de animação.

O filme conta a história de Flint Lockwood, uma criança que cresce buscando fazer sucesso como cientista.
Sempre apoiado por sua mãe e nem tanto por seu pai, Flint, corre atrás do seu sonho; mas enquanto o tempo passa ele começa a perceber que ser cientista e criar alguma coisa que realmente faça a diferença no mundo é realmente muito difícil.
Até que chega o dia em que ele cria uma máquina que transforma água em comida, e o mais legal, ou não, é que Flint sem querer joga a máquina na estratosfera, de onde ela passa a funcionar captando água das nuvens e criando o maior fenômeno meteorológico da história – Uma chuva de comida.

Depois do ocorrido Flint faz o maior sucesso em sua cidade, que até o momento só conhecia sardinha como opção alimentar. Mas muitas confusões surgem quando o jovem cientista se ver tentando consertar a sua máquina, que após uma exaustão de produção de todo o tipo de comida imaginável, parece ter surtado e passado a criar comidas gigantes, que por sinal também caem em forma de chuva.

O filme é baseado em um livro de história infantil norte-americano escrito por Ron e Judi Barrett e foi muito elogiado por ter chegado a perfeição de reconstruir as gravuras do livro nas cenas animadas.

A animação conta com personagens divertidíssimos, entre eles o protagonista Flint, o seu macaco de estimação chamado Steve, os passáratos (uma das criações de Flint), a estagiária de Jornalismo Sam Sparks, e o prefeito da cidade.

A animação escrita e dirigida pelos estreantes Phil Lord e Chris Miller, Tá Chovendo Hamburguer é divertida, com ótimas piadas que arrancam várias risadas de quem está assistindo, além de também mostrar um lado profundo que trata da relação entre pais e filhos, que muitas vezes não conseguem se comunicar, e essa falta de comunicação pode trazer problemas emocionais na vida adulta de uma pessoa.

Tá Chovendo Hamburguer, não busca competir com a fofura da Disney-Pixar e nem trazer design exuberantes como a Dreamworks Animation e sim transmitir com perfeição o roteiro e abusar da extravagância visual.

A animação é uma ótima pedida pra quem está afim de se divertir. Tanto crianças como adultos irão amar Tá Chovendo Hamburguer, que com toda certeza, em Dvd ou Blu-ray, não podem faltar na sua prateleira.

Fica a dica do Livros, Cinema e Cia.  =)
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