Novo livro de J.K. Rowling, “The Cuckoo’s Calling”, já tem editora no Brasil!

No último sábado o mundo editorial foi surpreendido com a notícia de que a autora J.K. Rowling publicou um novo livro de sua autoria em abril deste ano sob o pseudônimo de Robert Galbraith.

Após essa revelação, “The Cuckoo’s Calling”, o primeiro de uma série cujo próximo volume deve sair em 2014, atingiu em 24 horas o primeiro lugar da lista de best-sellers da Amazon, tanto na Grã-Bretanha quanto nos EUA.

Diante de tamanha recepção por parte dos leitores, ficou a dúvida de qual editora traria a obra para o nosso país. Segundo a Raquel Cozer da Folha, o livro já tinha editora antes mesmo da informação vazar; seus direitos foram comprados pela Rocco, responsável pela publicação de todos os livros Potter no Brasil.

Segundo Raquel, a obra foi oferecida a editoras de vários países que já haviam publicado Rowling, ou que concorreram no leilão de seu último livro, Morte Súbita; ou seja, apenas a editoras que os agentes de Rowling conheciam bem.

Embora a fonte seja segura, a Rocco ainda não se pronunciou oficialmente a respeito.

Fonte: potterish.com

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Resenha: Dezesseis Luas

“Em Gatlin não havia surpresas.
Pelo menos era isso que eu achava…
Só que eu não poderia estar mais errado. Havia uma maldição. Havia uma garota. E, no fim, havia um túmulo. Mas vamos por partes.
Quando Lena chegou a Gatlin, eu só tinha certeza de uma coisa: ela não se parecia com ninguém que o pessoal daqui já vira. E as diferenças não estavam apenas na aparência, mas isso eu só descobri depois. Ela era a mais nova gata da escola, mas só que, infelizmente, morava com o tio em Ravenwood – leia-se “o recluso da cidade” na “casa mal-assombrada”.
E ainda assim eu não conseguia desgrudar os meus olhos dela. Ela era linda. E diferente. E de fora. Eu tinha certeza de que já tínhamos nos encontrado antes, talvez nos sonhos. É, sei que parece idiota, mas eu vinha sonhando com alguém há tempos, alguém que eu não conhecia, alguém que, no sonho, precisava ser salva ou tipo isso.
Antes de Lena eu estava contando os meses para deixar Gatlin, suas fofocas, seus preconceitos e encenações da Guerra Civil. Agora era diferente, havia Lena, e havia algo entre nós, uma atração que eu não conseguia explicar. Eu precisava conhecê-la melhor e entender o que eu estava sentindo. Mas para isso, eu precisava me aproximar.
E, no caminho, me aproximar do seu tio com fama de louco; Amma nossa governanta supersticiosa, que tinha praticamente me criado; meu pai, que desde a morte da minha mãe só ficava trancado no escritório “trabalhando”; meus amigos e inimigos; as garotas populares da escola…
Pois é, e ainda havia o segredo, o tipo de segredo que não ficaria oculto por muito tempo em um lugar como Gatlin, um tipo de segredo que pode mudar tudo à sua volta…”

Como se pode perceber, o livro é narrado em primeira pessoa por um menino! Isso mesmo o protagonista dessa história é Ethan, um jovem de 16 anos, que nasceu e viveu sua vida inteira em uma cidade pacata, cheia de tradições e costumes. Aquele tipo de cidade pequena onde todo mundo conhece todo mundo. E isso não é bom!

A história possui altos e baixos em sua narrativa que ainda assim, prende o leitor do início ao fim.

Não preciso dizer muita coisa, pois a sinopse acima, feita por nosso personagem principal, resume bem o conteúdo literário. Mas ressalto que o que eu mais gostei em Dezesseis Luas é o fato de finalmente o melodrama sentimental e confuso na vida de um adolescente “comum” é narrado por um personagem masculino. Todo o mistério de Dezesseis Luas fica ainda mais envolvente quando lemos o que passa pela cabeça de Ethan Wate!

Espero que vocês curtam a leitura! =)

E depois corram para curtir o filme que já foi lançado nos cinemas e em breve estará nas lojas.

Livro: Dezesseis Luas
Autoras: Margaret Stohl e Kami Garcia
Editora: Galera Record
Páginas: 488

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‘E-books são primeiro passo de uma grande revolução’

(Thinkstock)

Garret Kiely comanda a maior editora universitária dos Estados Unidos, a da Universidade de Chicago, que publica em média 300 títulos por ano, edita 60 periódicos especializados e emprega 250 pessoas. À frente de seus concorrentes, Kiely aceitou prontamente o desafio de incorporar aos negócios os avanços tecnológicos dos últimos anos. Praticamente todos os lançamentos da editora podem ser adquiridos no formato tradicional, o papel, ou no digital, o e-book. Além disso, a comunidade da editora nas redes sociais é fiel e ativa. “Hoje, esse é o meio mais eficaz de alcançar nossos consumidores”, diz Kiely. Ele compara a atual mudança à revolução protagonizada pelos tipos móveis de Gutenberg, que no século XV permitiram que os livros fossem produzidos em larga escala, ampliando o acesso de homens e mulheres à cultura escrita. “O desenvolvimento dos e-books é apenas o primeiro passo desse processo. O público consumidor está sedento por novas formas de descobrir e empregar conhecimento.” Nesta semana, Kiely visita o Brasil pela primeira vez. Ele participa em São Paulo do Simpósio Internacional de Livros e Universidades, organizado pela Editora da Universidade de São Paulo (Edusp) para celebrar os 50 anos da instituição, a maior do gênero no país. Confira a entrevista que o americano concedeu ao site de VEJA:

PROSE Awards

A digitalização reduz os custos de produção dos livros, tornando-os mais acessíveis aos leitores. Isso também acontece com os livros das editoras universitárias? De certo modo, não. Diferentemente das outras editoras, as universitárias têm um foco muito claro na qualidade do material que é editado. Aqui em Chicago, por exemplo, todos os nossos livros são revisados pelo corpo docente da universidade. Esse tipo de investimento em qualidade custa muito caro e ele não ficará mais barato com as novas tecnologias porque, de certo modo, não dependente delas. De qualquer forma, nossa meta é oferecer preços que possam ampliar o acesso aos nossos livros.

De que forma, então, o livro digital e as novas tecnologias afetam a sua editora? Desde o surgimento das novas tecnologias, a Editora da Universidade de Chicago abraçou as inovações em todas as áreas do nosso trabalho. Por exemplo: quase todos os nossos novos livros estão disponíveis no formato digital. Apenas os livros que contêm muitas ilustrações ainda não estão na plataforma digital, mas já estamos trabalhando para que isso também seja possível. Todos os nossos periódicos já estão no formato digital e trabalhamos em parceria com uma livraria digital. Além disso, nossos perfis nas redes sociais (Twitter, Facebook e Tumblr) têm centenas de seguidores devotos. Acreditamos que esse é o meio mais eficaz de alcançar nossos consumidores.

Os tipos móveis de Gutenberg permitiram, no século XV, que um livro fosse reproduzido em larga escala, revolucionando o acesso à informação e ao conhecimento. É possível estabelecer um paralelo entre aquele evento e a popularização do livro digital hoje? Eu acredito que estamos perto de uma nova revolução. O desenvolvimento dos e-books é apenas o primeiro passo desse processo. O público consumidor está sedento por novas formas de descobrir e empregar conhecimento. Apesar de todas as recentes invenções e descobertas, ainda fazemos algumas coisas da mesma maneira que fazíamos há 500 anos. Nós, enquanto editoras, precisamos olhar além do livro e do periódico tradicional para que nosso produto tenha mais valor para os consumidores. Se não fizermos isso, outras empresas o farão e perderemos nosso público para a concorrência.

As universidades estão transformando sua maneira de ensinar com a ajuda da internet. Plataformas on-line permitem que estudantes de diversos países tenham acesso a aulas ministradas em Harvard ou Yale. Como essa mudança afeta as editoras universitárias? Concordo que existe uma grande mudança em curso. Essas plataformas são um desafio para a ideia tradicional de universidade que construímos ao longo dos anos. Apesar de ainda ser muito cedo para prever aonde essas mudanças nos levarão, é um bom momento para as editoras identificarem como elas podem usar toda a sua experiência para desenvolver e organizar conteúdos para esse novo meio. É onde temos que focar nossos esforços agora.

Os livros digitais e as publicações on-line incomodam autores pela facilidade com que esses conteúdos podem ser reproduzidos ou modificados. Como os autores acadêmicos têm reagido ao avanço dos meios digitais? Essa é uma questão interessante. Se, por um lado, a internet permitiu que periódicos e livros estivessem mais disponíveis do que nunca, por outro, os direitos autorais são muitas vezes desprezados. Andamos sob uma linha muito tênue porque queremos que nossos livros sejam mais e mais lidos, mas mantemos nossa patrulha para evitar abusos que o meio digital proporciona. Com o tempo, tanto as editoras como os leitores estarão mais educados sobre o que pode e o que não pode na internet. Mas, sem dúvida, vejo grandes desafios – e oportunidades – pela frente.

Com todas essas transformações acontecendo, o papel da editora universidade universitária se altera? As novas mídias permitem que o conhecimento produzido na universidade seja cada vez mais compartilhado e assim alcance mais e mais pessoas. Acredito que o papel das editoras universitárias seja fazer com que, de fato, o conhecimento chegue a essas pessoas.

O senhor trabalha há quase três décadas com a publicação de livros. O que o prende a essa profissão? Para mim, trabalhar em uma editora é mais que uma profissão. É a oportunidade de se conectar ao que está acontecendo no mundo. Eu gosto de pensar que, seja lá o que estiver se passando, nós sempre teremos um livro sobre isso ou veremos o acontecimento como uma oportunidade de publicar um novo livro. Especificamente sobre editoras universitárias, temos a chance de oferecer conhecimento e influenciar estudantes e pesquisadores de diferentes gerações. Isso é algo realmente extraordinário.

Publicado na Veja.com

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Harry Potter ganha nova edição para colecionador no Brasil

A Editora Rocco anunciou uma edição para colecionador da série Harry Potter de J.K. Rowling. A caixa com os sete livros chega às livrarias em 24 de novembro.

Os volumes têm capa dura, ilustrações inéditas e tradução original de Lia Wyler. O formato é o mesmo das edições anteriores, 14 x 21 cm, e os livros vêm acondicionados em uma caixa colorida.

Harry Potter – Edição de Colecionador custará R$ 449,50.

Fonte: Omelete

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O Pequeno Livro Ao Acaso

Já ouviu falar no Pequeno Livro Ao Acaso? Não??? Então preste bastante atenção, pois você pode ser surpreendido por ele a qualquer momento!

Esse projeto muito legal e original, foi criado pelo ilustrador e designer gráfico Pacha Urbano.

O Pequeno Livro Ao Acaso nada mais é do que pequenas frases de motivação e humor com um toque de ironia dentro de um mini-livro feito com dobraduras. Ele pode ser encontrado em qualquer lugar, literalmente ao ‘Acaso’.

Imagem de divulgação (Site pachaurbano.com)

Imagem de divulgação (Site pachaurbano.com)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O projeto começou quando o ilustrador Pacha Urbano procurava uma solução barata para a publicação de seus micro contos “Vidas Despercebidas”. Em média o ‘Livro Ao Acaso’ possui 30 frases em suas dobraduras, sem nenhuma conexão entre elas e pode ser encontrado em qualquer lugar. Seja numa farmácia, banco de ônibus, metrô, aeroportos, lojas, estação de trem etc. A ideia principal e simplista desse projeto é oferecer a mesma leitura a várias pessoas.

Imagem de divulgação (Site pachaurbano.com)

E se engana quem pensa que esse projeto é só de território nacional, pois hoje, esse micro-livro, além de estar circulando por vários estados brasileiros, também está passeando por Nova York, Portugal, Buenos Aires, Havana, México e Chile.

Sendo assim, se você encontrar o “Livro Ao Acaso” em algum lugar, leia e deixe ele onde você encontrou ou em um novo lugar para que outras pessoas possam ter a oportunidade de ler também.

Quem quiser conhecer melhor este projeto ou se você já encontrou o Pequeno Livro Ao Acaso em algum lugar e quer compartilhar a experiência, visite o site oficial do Pacha Urbano e fique por dentro desta e muitas outras ideias incríveis!

Imagem de divulgação (Site pachaurbano.com)

E aí curtiram? ;)

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