Estreias da Semana nos Cinemas

Confira os filmes que chegam hoje (dia 07 de Dezembro) nas telonas.

Entre o Amor e a Paixão

Quando Margot (Michelle Williams) conhece Daniel (Luke Kirby), ela sente uma conexão imediata e intensa, mas decide reprimir sua atração pois seu casamento com Lou (Seth Rogen), conhecido escritor de livros de gastronomia, vai bem. No entanto, ao descobrir que Daniel mora do outro lado da rua, a confiança em sua vida familiar desmorona.

Drama – (Take this Waltz) Canadá/Espanha/Japão, 2011. Direção: Sarah Polley. Elenco: Michelle Williams, Seth Rogen, Luke Kirby, Sarah Silverman, Jennifer Podemski, Diane D’Aquila, Vanessa Coelho. Duração: 116 min. Classificação: 14 anos.

A Sombra do Inimigo

O detetive Alex Cross (Tyler Perry) vai atrás de um matador de aluguel, Michael Sullivan (Fox), conhecido como o Açougueiro de Sligo, que pode estar por trás de assassinatos friamente calculados em Detroit.

Suspense/Policial – (Alex Cross) EUA, 2012. Direção: Rob Cohen. Elenco: Tyler Perry, Matthew Fox, Giancarlo Esposito, Rachel Nichols, Jean Reno, Edward Burns, John C. McGinley. Duração: 101 min. Classificação: 14 anos.

 

A Última Casa da Rua

Uma adolescente (Jennifer Lawrence) se muda com sua mãe (Elisabeth Shue) para uma nova cidade e descobre que a casa vizinha foi cena de um duplo assassinato. A situação se complica quando a garota se aproxima do único sobrevivente do massacre (Max Thieriot).

Suspense – (House at the End of the Street) EUA/Canadá, 2012. Direção: Mark Tonderai. Elenco: Jennifer Lawrence, Elisabeth Shue, Max Thieriot, Gil Bellows, Nola Gerard Funk, Eva Link, Allie MacDonald. Duração: 101 min. Classificação: 14 anos.

A Escolha Perfeita

Beca (Anna Kendrick) quer ser DJ e tentar uma vida em Los Angeles produzindo música. No entanto, seu pai a obriga a cursar uma faculdade. Ela, então, chega na Barden University, e se junta ao The Barden Bellas, grupo de canto a capella formado só por garotas, que tentarão ganhar o torneio nacional custe o que custar. Baseado no livro de Mickey Rapkin.

Musical/Comédia – (Pitch Perfect) EUA, 2012. Direção: Jason Moore. Elenco: Anna Kendrick, Brittany Snow, Anna Camp, Rebel Wilson, Skylar Astin, Ben Platt, Alexis Knapp, Ester Dean, Hana Mae Lee, Adam DeVine, Elizabeth Banks, John Michael Higgins, John Benjamin Hickey, Christopher Mintz-Plasse. Duração: 112 min. Classificação: 12 anos.

Na Terra de Amor e Ódio

Durante a guerra entre bósnios e sérvios, Danijel (Goran Kostic), um soldado sérvio, reencontra Ajla (Zana Marjanovic), uma pintora muçulmana bósnia. Os dois estavam começando a se conhecer quando o conflito explodiu. Em meio à devastação e atrocidades, eles retomam a afinidade, ainda que sejam captor e prisioneira e estejam de lados opostos em todos os níveis possíveis na guerra. O veterano Rade Serbedzija, nascido na Croácia e de etnia sérvia, faz o pai do protagonista.

Drama – (In the Land of Blood and Honey) EUA, 2011. Direção: Angelina Jolie. Elenco: Zana Marjanovic, Goran Kostic, Rade Serbedzija, Vanessa Glodjo, Nikola Djuricko, Branko Djuric, Fedja Stukan. Duração: 117 min. Classificação: 16 anos.

Quatro Amigas e Um Casamento

Três melhores amigas são convidadas para serem damas de honra no casamento de uma colega do colegial que elas costumavam chamar de “cara de porco”.

Comédia – (Bachelorette) EUA, 2012. Direção: Leslye Headland. Elenco: Kirsten Dunst, Isla Fisher, Lizzy Caplan, Rebel Wilson, James Marsden, Adam Scott, Kyle Bornheimer, Hayes MacArthur, Andrew Rannells, Horatio Sanz. Duração: 87 min. Classificação: 16 anos.

 

Sudoeste

Clarice cresce, da infância à vida adulta, enquanto a realidade ao seu redor, em uma vila numa salina no litoral, continua parada em um único dia.

Drama – Brasil, 2011. Direção: Eduardo Nunes. Elenco: Simone Spoladore, Julio Adrião, Raquel Bonfante, Mariana Lima, Dira Paes, Victor Navega Motta, Everaldo Pontes, Léa Garcia. Duração: 128 min. Classificação: 12 anos.

Estreia em São Paulo.

Bullying

Documentário sobre a longa prática do bullying nas escolas estadunidenses.

Documentário – (Bully) EUA, 2011. Direção: Lee Hirsch. Duração: 98 min. Classificação: 12 anos.

 

 

 

 

 

Infância Clandestina

Argentina, 1979. Enquanto seus pais e seu tio, integrantes da organização Montoneros, lutam contra a ditadura no país, o menino Juan tenta levar uma rotina normal em meio à clandestinidade.

Drama – Argentina/Brasil/Espanha, 2011. Direção: Benjamín Ávila. Elenco: Natália Oreiro, Teo Gutierrez, Enerto Alterio, Cesar Troncoso. Duração: 112 min. Classificação: 14 anos.

Estreia em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

O Contestado – Restos Mortais

Resgate mítico da Guerra do Contestado, de 1912, que envolveu milhares de civis e militares.

Documentário – Brasil, 2010. Direção: Sylvio Back. Duração: 118 min. Classificação: livre.

Estreia no Rio de Janeiro.

 

 

 

 

Marcelo Yuka no Caminho das Setas

Um retrato do compositor Marcelo Yuka e todas as transformações pelas quais passou desde que ficou paraplégico após ser baleado durante um assalto em 2000.

Documentário – Brasil, 2011. Direção: Daniela Broitman. Duração: 95 min. Classificação: 12 anos.

Estreia em Florianópolis e Maceió.

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Spike Lee vai lançar documentário sobre álbum de Michael Jackson

O diretor Spike Lee durante evento em Nova York (13/10/11)

O cineasta americano Sipke Lee está trabalhando em um documentário sobre o álbum “Bad”, lançado pelo cantor Michael Jackson em 1987. Segundo informações da agência Associated Press, Lee detém imagens inéditas da vida de Michael. “Há imagens nunca vistas anteriormente, coisas que o próprio Michael filmava, cenas de bastidores. Nós tivemos acesso completo aos cofres de Michael”, contou ele durante uma entrevista na última segunda (9).

Ainda de acordo com Lee, Michael teria escrito 60 músicas para “Bad”, contudo apenas 11 entraram no disco. “Então tivemos muita coisa para ouvir, foi uma experiência ótima”, disse. O documentário deve ser lançado até o final de 2012 e faz parte das comemorações de 25 anos de “Bad”.

O lado pessoal de Michael também não estará de fora do filme. “Ele [Michael] tinha um senso de humor ótimo, ele era engraçado, então você verá muito disso na tela”, afirmou Lee que entrevistará artistas como Kanye West, Mariah Carey e Sheryl Crow para o projeto.

“Nós dividimos o documentário em duas partes: artistas que foram influenciados por Michael e pessoas que trabalharam lado a lado com ele, músicos, compositores, técnicos e engenheiros de áudio, gente de gravadora”, ressaltou Lee que planeja ainda um tributo a Michael Jackson no Brooklyn, em Nova York, em 25 de agosto, data de aniversário do cantor, que se vivo completaria 54 anos.

Fonte e texto: UOL

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Bob Marley ganhará documentário sobre trajetória musical e pessoal

Bob Marley em imagem de 1976. (Foto: AFP)

Narrar o melhor da música através do melhor cinema é uma combinação vencedora à qual recorre Kevin MacDonald em “Marley”, documentário em que o autor de “O último rei da Escócia” segue os passos de outros cineastas como Martin Scorsese, Jonathan Demme e Wim Wenders, que mergulharam nos arquivos de seus ídolos musicais.

Desde “The Glenn Miller story”, com James Stewart, e “A canção inesquecível”, com Cary Grant encarnando um Cole Porter sem qualquer indício de homossexualidade; até o magistral “Amadeus”, de Milos Forman, que ganhou oito Oscars, passando por “The Doors”, de Oliver Stone, o cinema recorreu a mestres da música para inspirar seus filmes.

Mas nos últimos anos muitos cineastas preferiram abordar seus ídolos através do gênero documentário, o que os transforma em privilegiados admiradores com acesso ao material musical e pessoal dessas estrelas da música até compor histórias, algumas mais oficiais do que outras, mas todas igualmente apaixonantes.

Assim entendeu Kevin MacDonald, diretor que deslumbrou o público com “O último rei da Escócia” mas que, na realidade, já tinha ganhado um Oscar como documentarista em “One day in september”, sobre o mesmo fato histórico que inspirou Steven Spielberg em “Munique”.

Em “Marley”, partindo do convívio familiar do cantor de “No woman, no cry”, o diretor maneja com grande talento dramático o material de arquivo e faz uma emocionante viagem pela história da Jamaica, pela arte como salvação e por um posicionamento dentro da sociedade que seja alheio aos costumes estabelecidos pelo Ocidente.

Se em “Amadeus” Forman fazia um inquietante estudo da mediocridade e da inveja, MacDonald desvia o olhar para a politização dos ídolos de massas e a liberdade sentimental. Tudo isso, claro, com uma excelente trilha sonora.

Sua técnica não é muito diferente da de Martin Scorsese, cada vez mais melômano que cinéfilo, que se aproximou de The Band, de Bob Dylan, filmou um show dos Rolling Stones e realizou uma vibrante radiografia espiritual de George Harrison em “George Harrison: Living in the material world”, da HBO.

Scorsese, acostumado a assinar com seu estilo seus filmes de ficção, se apega ao material preexistente e a compilação de declarações para produzir obras que nem por isso deixam de ser puro cinema.

Algo parecido acontece com Wim Wenders, cineasta que adota um cinema poético em títulos como “Paris, Texas”, mas que como documentarista rendeu uma homenagem a Compay Segundo e Eliades Ochoa em “Buena Vista Social Club”, filme que lhe rendeu uma indicação ao Oscar.

Já o que Jonathan Demme fez por Neil Young pode ser definido como verdadeira obsessão. O ganhador do Oscar por “O silêncio dos inocentes” já realizou três documentários sobre o músico canadense: “Neil Young: Heart of gold”, “Neil Young trunk show” e “Neil Young journeys”.

Cameron Crowe rodou um documentário sobre a banda grunge Pearl Jam, e Peter Bogdanovich se rendeu à magia de Tom Petty em “Tom Petty and the Heartbreakers: Runnin’ down a dream”. Mas essa tendência, na realidade, foi inaugurada pelo mestre da nouvelle vague Jean-Luc Godard.

O diretor de “Acossado”, muitos anos antes de Scorsese, filmou “Sympathy for the devil” com os Rolling Stones, documentário de 1968 que fala da contracultura ocidental e do grupo radical Panteras Negras, para ir além da música de “suas satânicas majestades” e tecer uma profunda reflexão intelectual.

Algo quase tão atípico como o que fez o espanhol Isaki Lacuesta quando quis fazer um documentário sobre o cantor de flamenco José Monge Camarón e viu que Jaime Chávarri já estava fazendo um filme de ficção.

O diretor de “Los pasos dobles” optou então por retratar a vida de três personagens atravessados pela obra de Camarón e filmou assim um de seus melhores e mais emotivos títulos, “La leyenda del tiempo”.

Ainda assim, o amante da música oficial do cinema espanhol sempre será Fernando Trueba, grande fã de artistas como Diego El Cigala, Carlinhos Brown, Bebo Valdés e Niño Josele, que dirigiu “Calle 54″, “Blanco y negro” e “El milagro de Candeal”.

Fonte e texto: G1

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Frases de Filmes: Michael Jackson A Vida de um Ícone (Documentário)

Deixo aqui a nossa homenagem a este que foi um ser humano incrível e um artista fabuloso!

Nunca, em tempo algum o esqueceremos!

“A vida do Michael foi paradoxal para mim. Porque quando ele era criança era um homem e quando virou homem teve a chance de ser criança e foi.”

“Michael era uma das pessoas mais gentis que qualquer um poderia conhecer. Michael sempre me disse que amava as crianças por elas serem inocentes, pois elas nunca quiseram nada dele.”

“Ele deixou uma lacuna e nos fez ver o que perdemos. Por que não cuidamos dele? Por que não o amamos? Ele nos deu tanto amor e músicas tão maravilhosas, e acho que é disso que vamos sempre nos lembrar.”

“Ele era uma das pessoas mais maravilhosas e amáveis que podia se conhecer.”

“Na minha vida ele significava muito.”

 

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