Artista das borboletas

David Kracov é um artista completo: escultor, pintor e animador. Tem seu toque em filmes, como o Rei Leão, por exemplo, e seus trabalhos estão em coleções como as de Steven Spielberg, Matt Damon, Donald Trump e Whoopi Goldberg.
Inspirado na vida do rabino Yossi Raichik, o homem responsável por salvar mais de 2.500 crianças do desastre de Chernobyl, David criou o “livro da vida”, uma escultura de metal repleta de borboletas que representam cada uma das crianças salvas.

David criou uma escultura para o Museu do Holocausto onde o Diabo da Tasmânia abria um vagão de trem liberando centenas de borboletas, imagem que representava a alma das mais de um milhão de crianças que perderam a vida no holocausto  A vida do artista mudou para sempre a partir daí e agora cada trabalho seu é assinado com borboletas, sua marca registrada.

Reflections é sua homenagem às vítimas do 11/09.

E aí, gostaram do trabalho desse artista? EU AMEI!

Texto EnfimBlog

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Árvores de natal literária!

O Natal está chegando e nós vamos dar algumas dicas de árvores de natal literárias!

Isso mesmo!!! Árvores de natal para ficar com a sua cara! Ou você não é um (a) viciado (a) em livros, heim??? ;)

Veja abaixo alguns modelinhos:

Árvore 01:

Árvore 02:

Árvore 03:

Árvore 04:

Árvore 05:

Árvore 06:

Árvore 07:

Árvore 08:

Árvore 09:

Árvore 10:

Árvore 11:

Árvore 12:

Árvore 13:

Árvore 14:

Árvore 15:

E aí, curtiram?

Então mãos a obra que ainda dá tempo de preparar a sua para o natal!

Até a próxima!

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‘E-books são primeiro passo de uma grande revolução’

(Thinkstock)

Garret Kiely comanda a maior editora universitária dos Estados Unidos, a da Universidade de Chicago, que publica em média 300 títulos por ano, edita 60 periódicos especializados e emprega 250 pessoas. À frente de seus concorrentes, Kiely aceitou prontamente o desafio de incorporar aos negócios os avanços tecnológicos dos últimos anos. Praticamente todos os lançamentos da editora podem ser adquiridos no formato tradicional, o papel, ou no digital, o e-book. Além disso, a comunidade da editora nas redes sociais é fiel e ativa. “Hoje, esse é o meio mais eficaz de alcançar nossos consumidores”, diz Kiely. Ele compara a atual mudança à revolução protagonizada pelos tipos móveis de Gutenberg, que no século XV permitiram que os livros fossem produzidos em larga escala, ampliando o acesso de homens e mulheres à cultura escrita. “O desenvolvimento dos e-books é apenas o primeiro passo desse processo. O público consumidor está sedento por novas formas de descobrir e empregar conhecimento.” Nesta semana, Kiely visita o Brasil pela primeira vez. Ele participa em São Paulo do Simpósio Internacional de Livros e Universidades, organizado pela Editora da Universidade de São Paulo (Edusp) para celebrar os 50 anos da instituição, a maior do gênero no país. Confira a entrevista que o americano concedeu ao site de VEJA:

PROSE Awards

A digitalização reduz os custos de produção dos livros, tornando-os mais acessíveis aos leitores. Isso também acontece com os livros das editoras universitárias? De certo modo, não. Diferentemente das outras editoras, as universitárias têm um foco muito claro na qualidade do material que é editado. Aqui em Chicago, por exemplo, todos os nossos livros são revisados pelo corpo docente da universidade. Esse tipo de investimento em qualidade custa muito caro e ele não ficará mais barato com as novas tecnologias porque, de certo modo, não dependente delas. De qualquer forma, nossa meta é oferecer preços que possam ampliar o acesso aos nossos livros.

De que forma, então, o livro digital e as novas tecnologias afetam a sua editora? Desde o surgimento das novas tecnologias, a Editora da Universidade de Chicago abraçou as inovações em todas as áreas do nosso trabalho. Por exemplo: quase todos os nossos novos livros estão disponíveis no formato digital. Apenas os livros que contêm muitas ilustrações ainda não estão na plataforma digital, mas já estamos trabalhando para que isso também seja possível. Todos os nossos periódicos já estão no formato digital e trabalhamos em parceria com uma livraria digital. Além disso, nossos perfis nas redes sociais (Twitter, Facebook e Tumblr) têm centenas de seguidores devotos. Acreditamos que esse é o meio mais eficaz de alcançar nossos consumidores.

Os tipos móveis de Gutenberg permitiram, no século XV, que um livro fosse reproduzido em larga escala, revolucionando o acesso à informação e ao conhecimento. É possível estabelecer um paralelo entre aquele evento e a popularização do livro digital hoje? Eu acredito que estamos perto de uma nova revolução. O desenvolvimento dos e-books é apenas o primeiro passo desse processo. O público consumidor está sedento por novas formas de descobrir e empregar conhecimento. Apesar de todas as recentes invenções e descobertas, ainda fazemos algumas coisas da mesma maneira que fazíamos há 500 anos. Nós, enquanto editoras, precisamos olhar além do livro e do periódico tradicional para que nosso produto tenha mais valor para os consumidores. Se não fizermos isso, outras empresas o farão e perderemos nosso público para a concorrência.

As universidades estão transformando sua maneira de ensinar com a ajuda da internet. Plataformas on-line permitem que estudantes de diversos países tenham acesso a aulas ministradas em Harvard ou Yale. Como essa mudança afeta as editoras universitárias? Concordo que existe uma grande mudança em curso. Essas plataformas são um desafio para a ideia tradicional de universidade que construímos ao longo dos anos. Apesar de ainda ser muito cedo para prever aonde essas mudanças nos levarão, é um bom momento para as editoras identificarem como elas podem usar toda a sua experiência para desenvolver e organizar conteúdos para esse novo meio. É onde temos que focar nossos esforços agora.

Os livros digitais e as publicações on-line incomodam autores pela facilidade com que esses conteúdos podem ser reproduzidos ou modificados. Como os autores acadêmicos têm reagido ao avanço dos meios digitais? Essa é uma questão interessante. Se, por um lado, a internet permitiu que periódicos e livros estivessem mais disponíveis do que nunca, por outro, os direitos autorais são muitas vezes desprezados. Andamos sob uma linha muito tênue porque queremos que nossos livros sejam mais e mais lidos, mas mantemos nossa patrulha para evitar abusos que o meio digital proporciona. Com o tempo, tanto as editoras como os leitores estarão mais educados sobre o que pode e o que não pode na internet. Mas, sem dúvida, vejo grandes desafios – e oportunidades – pela frente.

Com todas essas transformações acontecendo, o papel da editora universidade universitária se altera? As novas mídias permitem que o conhecimento produzido na universidade seja cada vez mais compartilhado e assim alcance mais e mais pessoas. Acredito que o papel das editoras universitárias seja fazer com que, de fato, o conhecimento chegue a essas pessoas.

O senhor trabalha há quase três décadas com a publicação de livros. O que o prende a essa profissão? Para mim, trabalhar em uma editora é mais que uma profissão. É a oportunidade de se conectar ao que está acontecendo no mundo. Eu gosto de pensar que, seja lá o que estiver se passando, nós sempre teremos um livro sobre isso ou veremos o acontecimento como uma oportunidade de publicar um novo livro. Especificamente sobre editoras universitárias, temos a chance de oferecer conhecimento e influenciar estudantes e pesquisadores de diferentes gerações. Isso é algo realmente extraordinário.

Publicado na Veja.com

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Estante feita de garrafas!

Tem garrafas em casa e não sabe o que fazer com elas?

Então veja uma solução muito legal:

Para montar essa estante, basta fazer os orifícios para os gargalos das garrafas. E se você quiser dar ainda mais charme as suas estantes é só colocar pedrinhas coloridas ou não dentro das garrafas.

O que vocês acharam dessa ideia?

Fonte: Tibério e Reciclagem e Arte

 

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Aprenda a fazer maquiagens de filmes de terror

O Halloween está aí! Quer fazer bonito na festa a fantasia?

Você fica impressionado de ver as maquiagens que são feitas em filmes, seriados e/ou até mesmo por algumas pessoas em feiras? Eis aqui a oportunidade de aprender a fazê-las.

As dicas abaixo explicam passo-a-passo esse efeito dos cinemas, conhecido como “lacetarions” (dilaceração – foto). Veja:

Serão necessários os seguintes produtos:

  • Flesh Latex
  • Blood Gel
  • Maquiagem – pacote com 4 cores – ou avulsas (4 colour makeup paq)
  • Palitos de dente (Toothpicks)
  • Esponja para maquiagens (Stipple Sponge)
  • Cotonetes (Cotton Swabs) – O Flesh Latex e Blood Gel podem ser encontrados em casas específicas de efeitos especiais e maquiagem exótica, artigos para teatro, lojas de fantasias e outros. 

Primeiro passo

Espalhe o Flesh Látex pela pele utilizando cotonete. Aplique uma camada generosa no tamanho próximo ao desejado pelo ‘ferimento’, bem como seu formato.

Segundo passo

Com o auxílio do palito-de-dente, trace uma linha no centro da massa anteriormente aplicada. Veja a foto:

Terceiro passo

Ainda com o palito de dente, pressione o látex contra as laterais, à partir da linha criada no segundo passo. O objetivo é formar ‘ondas’, além de alargar a vala.

Quarto passo

Com a esponja, aplique maquiagem aleatória roxa por volta do “ferimento”. Pressione com certa força, de modo que altere o aspecto deixado no passo anterior. Com o cotonete, aplique uma dose generosa da maquiagem roxa e espalhe.

Quinto passo

Usando cantos diferentes da esponja (para não misturar as cores), utilize a maquiagem vermelha para aplicar “irritação” ao ferimento”. Passe a esponja nas superfícies do látex  somente.

Sexto passo

Agora que já foram causados os ferimentos, é hora de aplicar “pele morta”. Esse é um importante passo da maquiagem. Utilize para isso ainda outro canto da esponja, também para não misturar as cores, e destaque as pontas do ferimento, causando a impressão de carne rasgada.

Sétimo passo

Qual objeto foi utilizado para dilacerar? No exemplo, assumiu-se o dano através de algum tipo de metal. Portanto, o uso de maquiagem preta (e outro lado da esponja…) servirá para dar a marca do metal na pele. Caso queira dar a impressão de outro objeto que causou o dano, use a cor aproximada.

Oitavo passo

Novamente crie ondas nas bordas do ferimento, com o uso do palito-de-dente. O objetivo é criar uma grande abertura para o sangue falso.

Nono passo

Usando outro palito-de-dente, aplique uma pequena camada de sangue em gel em cada abertura do ferimento. Não se esqueça de espalhar o gel sob todo o látex que formou a pele esfolada. Lembre-se: o sangue é líquido e pode “infiltrar” em cada orifício ou “falha” da pele, causada pelo ferimento. Em seguida, utilize o cotonete e aplique uma quantia generosa de sangue gel, suficiente para completar toda a abertura. Veja:

Pronto! Sua maquiagem está completa, é só tirar fotos, filmar, espantar os amigos ou ir para aquela festa de Halloween e arrasar! ;)

Fonte: O Controle da Mente


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