Novo livro de J.K. Rowling, “The Cuckoo’s Calling”, já tem editora no Brasil!

No último sábado o mundo editorial foi surpreendido com a notícia de que a autora J.K. Rowling publicou um novo livro de sua autoria em abril deste ano sob o pseudônimo de Robert Galbraith.

Após essa revelação, “The Cuckoo’s Calling”, o primeiro de uma série cujo próximo volume deve sair em 2014, atingiu em 24 horas o primeiro lugar da lista de best-sellers da Amazon, tanto na Grã-Bretanha quanto nos EUA.

Diante de tamanha recepção por parte dos leitores, ficou a dúvida de qual editora traria a obra para o nosso país. Segundo a Raquel Cozer da Folha, o livro já tinha editora antes mesmo da informação vazar; seus direitos foram comprados pela Rocco, responsável pela publicação de todos os livros Potter no Brasil.

Segundo Raquel, a obra foi oferecida a editoras de vários países que já haviam publicado Rowling, ou que concorreram no leilão de seu último livro, Morte Súbita; ou seja, apenas a editoras que os agentes de Rowling conheciam bem.

Embora a fonte seja segura, a Rocco ainda não se pronunciou oficialmente a respeito.

Fonte: potterish.com

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Novos posters de Jogos Vorazes: Em Chamas

Com a campanha de marketing da Lionsgate quase começando, dois pôsters da ‘Turnê da Vitória’ da continuação de Jogos Vorazes foram lançados, com Jennifer Lawrence e Josh Hutcherson. Veja as imagens abaixo.

Jogos Vorazes: Em Chamas começa com Katniss Everdeen voltando para casa sã e salva depois de ter ganho os 74º Jogos Vorazes com o outro tributo Peeta Mellark. A vitória significa que eles têm que deixar suas famílias e amigos próximos para embarcar numa ‘Turnê dos Ganhadores’ pelos distritos. No caminho Katniss sente que uma rebelião está começando, mas a Capital ainda está no controle enquanto o Presidente Snow prepara para os 75º Jogos Vorazes (o Massacre Quartenário) – uma competição que irá mudar Panem para sempre.

Fonte: Legião dos Heróis

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Oscar 2013 | Indicados

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou a sua lista de indicados ao Oscar 2013. Lincoln lidera a lista com 12 indicações, seguido por As Aventuras de Pi, com 11.

A festa de entrega do prêmios acontecerá em 24 de fevereiro, com apresentação de Seth MacFarlane. Confira as categorias:

Melhor filme

Argo
Django Livre
As Aventuras de Pi
Lincoln
A Hora Mais Escura
Os Miseráveis
O Lado Bom da Vida
Indomável Sonhadora
Amor

Melhor ator

Daniel Day-Lewis – Lincoln
Joaquin Phoenix – O Mestre
Denzel Washington – O Voo
Bradley Cooper – O Lado Bom da Vida
Hugh Jackman – Os Miseráveis

Melhor atriz

Jessica Chastain -A Hora Mais Escura
Naomi Watts – O Impossível
Jennifer Lawrence – O Lado Bom da Vida
Emmanuellle Riva -Amor
Quvenzhané Wallis – Indomável Sonhadora

Melhor ator coadjuvante

Alan Arkin – Argo
Philip Seymour Hoffman – O Mestre
Tommy Lee Jones – Lincoln
Christoph Waltz – Django Livre
Robert De Niro – O Lado Bom da Vida

Melhor atriz coadjuvante

Amy Adams – O Mestre
Sally Field – Lincoln
Anne Hathaway – Os Miseráveis
Helen Hunt – As Sessões
Jacki Weaver – O Lado Bom da Vida

Melhor diretor

Ang Lee – As Aventuras de Pi
Steven Spielberg – Lincoln
Michael Haneke – Amor
David O. Russell – O Lado Bom da Vida
Benh Zeitlin – Indomável Sonhadora

Melhor roteiro

Mark Boal – A Hora Mais Escura
Quentin Tarantino – Django Livre
Michael Haneke – Amor
Wes Anderson, Roman Coppola – Moonrise Kingdon
John Gatins – O Voo

Melhor roteiro adaptado

Chris Terrio – Argo
Lucy Alibar, Benh Zeitlin – Indomável Sonhadora
David Magee – As Aventuras de Pi
Tony Kushner – Lincoln
David O. Russell – O Lado Bom da Vida

Melhor filme em lingua estrangeira

Amor (Áustria)
A Royal Affair (Dinamarca)
Kon-Tiki (Noruega, Reino Unido, Dinamarca)
No(Chile)
War Witch (Canadá)

Melhor longa animado

Valente
Frankenweenie
Detona Ralph
ParaNorman
Piratas Pirados!

Melhor trilha sonora original

Dario Marianelli – Anna Karenina
Alexandre Desplat – Argo
Mychael Danna – As Aventuras de Pi
John Williams – Lincoln
Thomas Newman – 007 – Operação Skyfall

Melhor canção original

“Before My Time” – Chasing Ice
“Everybody Needs A Best Friend” – Ted
“Pi’s Lullaby” – As Aventuras de Pi
“Skyfall”- 007 – Operação Skyfall
“Suddenly” – Os Miseráveis

Melhores efeitos visuais

O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
As Aventuras de Pi
Os Vingadores
Prometheus
Branca de Neve e o Caçador

Melhor maquiagem

Hitchcock
O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
Os Miseráveis

Melhor fotografia

Anna Karenina
Django Livre
As Aventuras de Pi
Lincoln
007 – Operação Skyfall

Melhor figurino

Anna Karenina
Os Miseráveis
Lincoln
Espelho, Espelho Meu
Branca de Neve e o Caçador

Melhor direção de arte

Anna Karenina
O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
Os Miseráveis
As Aventuras de Pi
Lincoln

Melhor documentário

5 Broken Cameras
The Gatekeepers
How to Survive a Plague
The Invisible War
Searching for Sugar Man

Melhor documentário de curta-metragem

Inocente
Kings Point
Mondays at Racine
Open Heart
Redemption

Melhor montagem

Argo
As Aventuras de Pi
Lincoln
O Lado Bom da Vida
A Hora Mais Escura

Melhor curta

Asad
Buzkashi Boys
Curfew
Death of a Shadow (Dood van een Schaduw)
Henry

Melhor curta animado

Adam and Dog
Fresh Guacamole
Head over Heels
Maggie Simpson in “The Longest Daycare”
Paperman

Melhor edição de som

Argo
Django Livre
As Aventuras de Pi
007 – Operação Skyfall
A Hora Mais Escura

Melhor mixagem de som

Argo
Os Miseráveis
As Aventuras de Pi
Lincoln
007 – Operação Skyfall

Site Omelete

 

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Artista das borboletas

David Kracov é um artista completo: escultor, pintor e animador. Tem seu toque em filmes, como o Rei Leão, por exemplo, e seus trabalhos estão em coleções como as de Steven Spielberg, Matt Damon, Donald Trump e Whoopi Goldberg.
Inspirado na vida do rabino Yossi Raichik, o homem responsável por salvar mais de 2.500 crianças do desastre de Chernobyl, David criou o “livro da vida”, uma escultura de metal repleta de borboletas que representam cada uma das crianças salvas.

David criou uma escultura para o Museu do Holocausto onde o Diabo da Tasmânia abria um vagão de trem liberando centenas de borboletas, imagem que representava a alma das mais de um milhão de crianças que perderam a vida no holocausto  A vida do artista mudou para sempre a partir daí e agora cada trabalho seu é assinado com borboletas, sua marca registrada.

Reflections é sua homenagem às vítimas do 11/09.

E aí, gostaram do trabalho desse artista? EU AMEI!

Texto EnfimBlog

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‘E-books são primeiro passo de uma grande revolução’

(Thinkstock)

Garret Kiely comanda a maior editora universitária dos Estados Unidos, a da Universidade de Chicago, que publica em média 300 títulos por ano, edita 60 periódicos especializados e emprega 250 pessoas. À frente de seus concorrentes, Kiely aceitou prontamente o desafio de incorporar aos negócios os avanços tecnológicos dos últimos anos. Praticamente todos os lançamentos da editora podem ser adquiridos no formato tradicional, o papel, ou no digital, o e-book. Além disso, a comunidade da editora nas redes sociais é fiel e ativa. “Hoje, esse é o meio mais eficaz de alcançar nossos consumidores”, diz Kiely. Ele compara a atual mudança à revolução protagonizada pelos tipos móveis de Gutenberg, que no século XV permitiram que os livros fossem produzidos em larga escala, ampliando o acesso de homens e mulheres à cultura escrita. “O desenvolvimento dos e-books é apenas o primeiro passo desse processo. O público consumidor está sedento por novas formas de descobrir e empregar conhecimento.” Nesta semana, Kiely visita o Brasil pela primeira vez. Ele participa em São Paulo do Simpósio Internacional de Livros e Universidades, organizado pela Editora da Universidade de São Paulo (Edusp) para celebrar os 50 anos da instituição, a maior do gênero no país. Confira a entrevista que o americano concedeu ao site de VEJA:

PROSE Awards

A digitalização reduz os custos de produção dos livros, tornando-os mais acessíveis aos leitores. Isso também acontece com os livros das editoras universitárias? De certo modo, não. Diferentemente das outras editoras, as universitárias têm um foco muito claro na qualidade do material que é editado. Aqui em Chicago, por exemplo, todos os nossos livros são revisados pelo corpo docente da universidade. Esse tipo de investimento em qualidade custa muito caro e ele não ficará mais barato com as novas tecnologias porque, de certo modo, não dependente delas. De qualquer forma, nossa meta é oferecer preços que possam ampliar o acesso aos nossos livros.

De que forma, então, o livro digital e as novas tecnologias afetam a sua editora? Desde o surgimento das novas tecnologias, a Editora da Universidade de Chicago abraçou as inovações em todas as áreas do nosso trabalho. Por exemplo: quase todos os nossos novos livros estão disponíveis no formato digital. Apenas os livros que contêm muitas ilustrações ainda não estão na plataforma digital, mas já estamos trabalhando para que isso também seja possível. Todos os nossos periódicos já estão no formato digital e trabalhamos em parceria com uma livraria digital. Além disso, nossos perfis nas redes sociais (Twitter, Facebook e Tumblr) têm centenas de seguidores devotos. Acreditamos que esse é o meio mais eficaz de alcançar nossos consumidores.

Os tipos móveis de Gutenberg permitiram, no século XV, que um livro fosse reproduzido em larga escala, revolucionando o acesso à informação e ao conhecimento. É possível estabelecer um paralelo entre aquele evento e a popularização do livro digital hoje? Eu acredito que estamos perto de uma nova revolução. O desenvolvimento dos e-books é apenas o primeiro passo desse processo. O público consumidor está sedento por novas formas de descobrir e empregar conhecimento. Apesar de todas as recentes invenções e descobertas, ainda fazemos algumas coisas da mesma maneira que fazíamos há 500 anos. Nós, enquanto editoras, precisamos olhar além do livro e do periódico tradicional para que nosso produto tenha mais valor para os consumidores. Se não fizermos isso, outras empresas o farão e perderemos nosso público para a concorrência.

As universidades estão transformando sua maneira de ensinar com a ajuda da internet. Plataformas on-line permitem que estudantes de diversos países tenham acesso a aulas ministradas em Harvard ou Yale. Como essa mudança afeta as editoras universitárias? Concordo que existe uma grande mudança em curso. Essas plataformas são um desafio para a ideia tradicional de universidade que construímos ao longo dos anos. Apesar de ainda ser muito cedo para prever aonde essas mudanças nos levarão, é um bom momento para as editoras identificarem como elas podem usar toda a sua experiência para desenvolver e organizar conteúdos para esse novo meio. É onde temos que focar nossos esforços agora.

Os livros digitais e as publicações on-line incomodam autores pela facilidade com que esses conteúdos podem ser reproduzidos ou modificados. Como os autores acadêmicos têm reagido ao avanço dos meios digitais? Essa é uma questão interessante. Se, por um lado, a internet permitiu que periódicos e livros estivessem mais disponíveis do que nunca, por outro, os direitos autorais são muitas vezes desprezados. Andamos sob uma linha muito tênue porque queremos que nossos livros sejam mais e mais lidos, mas mantemos nossa patrulha para evitar abusos que o meio digital proporciona. Com o tempo, tanto as editoras como os leitores estarão mais educados sobre o que pode e o que não pode na internet. Mas, sem dúvida, vejo grandes desafios – e oportunidades – pela frente.

Com todas essas transformações acontecendo, o papel da editora universidade universitária se altera? As novas mídias permitem que o conhecimento produzido na universidade seja cada vez mais compartilhado e assim alcance mais e mais pessoas. Acredito que o papel das editoras universitárias seja fazer com que, de fato, o conhecimento chegue a essas pessoas.

O senhor trabalha há quase três décadas com a publicação de livros. O que o prende a essa profissão? Para mim, trabalhar em uma editora é mais que uma profissão. É a oportunidade de se conectar ao que está acontecendo no mundo. Eu gosto de pensar que, seja lá o que estiver se passando, nós sempre teremos um livro sobre isso ou veremos o acontecimento como uma oportunidade de publicar um novo livro. Especificamente sobre editoras universitárias, temos a chance de oferecer conhecimento e influenciar estudantes e pesquisadores de diferentes gerações. Isso é algo realmente extraordinário.

Publicado na Veja.com

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